quarta-feira, 16 de março de 2011

Quando me amei de verdade


O Último Discurso - Revista Time

Junho 7, 2007

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome...Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente,
comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de...Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofencivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é...Respeito
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável...Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama...Amor próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é...Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a...Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é...Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é...Saber viver!!!

terça-feira, 8 de março de 2011

Massala Chai by Beleza Zen



O chai é um chá com especiarias tipicamente indiano. O massala chai tradicional é uma bebida revigorante, com sabor forte de especiarias, preparada com as chamadas especiarias "quentes". A maioria dos massala chais incorpora um ou mais dos seguintes componentes: cardamomo, canela, gengibre, pimenta e cravo. Tradicionalmente, cardamomo é a nota dominante.

Eu pesquisei e experimentei bastante uma forma de fazer um massala chai que pudesse ser preparado rapidamente. E cheguei a seguinte receita. Aproveitem o tempinho chuvoso e friozinho para saborear essa deliciosa bebida ayurvédica.

MASSALA CHAI by Beleza Zen

4 colheres de sopa de leite Ninho em pó
8 sementes de cardamomo (pode ser utilizado o pó, mas eu prefiro usar um pilão na hora, pois o aroma e sabor ficam mais intensos)
1 colher de café cheia de canela em pó
1 colher de café de cravo da índia
1/2 colher de café de noz moscada
1 colher de café de gengibre em pó
1 pitada de pimenta do reino em pó
1/2 colher de café de bicarbonato em pó (para deixar espuminha)
3 a 4 colheres de sopa de açúcar mascavo

Prepare sua bebida diluindo 3 colheres de café para cada xícara de café, em água quente ou chá. Tradicionalmente utiliza-se o chá preto como base diluidora, porém meu paladar aceita melhor o chá mate ou em água mesmo.

Conservar o pó de massala em geladeira por 30 dias para o leite não estragar.

Chame os amigos, pegue um bom filme e divirtam-se nesse dia de carnaval!

Namaste.
Alexandra

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O dois cachorros

Um velho índio descreveu certa vez seus conflitos internos:
- Dentro de mim existem dois cachorros, um deles é cruel e mau, o outro é muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando...
Quando então lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu:
- Aquele que eu alimentar!

Qual cachorro você anda alimentando?
Namaste.
Alexandra

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Quatro Leis da Espiritualidade




Na vida nada é por acaso...pelo menos assim eu penso. Tudo tem uma sincronicidade absoluta. E por acreditar nisso que leio todos os sinais que aparecem a minha frente, pequenos detalhes no dia a dia mas que podem te levar a um caminho de busca muito maior do que eu como pequeno ser que sou neste universo consigo sonhar.

Esse texto chegou a mim pelas mãos da minha amiga querida Adriana que antes mesmo de me encontrar ja pressentiu minha fase de ansiedade e incerteza com o furuto. Enviou as 11 horas da manhã, almoçamos juntas as 13 hs e só pude ler a noite, mas, como mágica a conversa precisava de todo esse antigo ensinamento. Obrigada Dri, pela amizade e pelos conselhos.

Como tudo o que é bom para mim acredito que pode ser para vocês...inspirem-se!

Namaste

Alexandra


Na Índia se ensina as

« Quatro Leis da Espiritualidade »

A Primeira Lei diz:

« A pessoa que chega é a pessoa certa ».

Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para possamos aprender e evoluir em cada situação.

A Segunda Lei diz:

« O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido. »

Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante!
Não existe: "se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente...". Não!
O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim
para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante.
Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.

A Terceira Lei diz:

« Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo. »

Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois!
Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas,
então será aí que terá início!

A Quarta e Última Lei diz:

« Quando algo termina, termina! »

Simplesmente assim!
Se algo terminou em nossas vidas,é para nossa evolução!
Portanto é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Medos...


Quando descobrimos quem somos e o poder que
temos, entendemos que não há nada a temer, pois somos sempre
protegidos. Todo mundo sente medo, pode-se dizer que o medo é
uma enfermidade. Somos viciados no medo e no sofrimento.
Preferimos sofrer porque nos é familiar. Sabemos como nos
sentimos e apesar do sofrimento nos sentimos cômodos. O temor é
o conhecido de todos os dias. Quando nos decidimos a enfrentar
nossos medos, chegamos ao outro lado do túnel e vemos a luz.
Reconhecemos o que é verdade e, não só nos sentimos
vencedores e muito bem conosco mesmos, como olhamos para
atrás e vemos que afinal nada é foi tão terrível como tínhamos
imaginado.

Extraído do Livro " Ho´oponopono - O caminho mais facil"