quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Nutrição Ayurvedica




Queridos amigos e clientes,

Estamos agendando a vinda de uma Nutricionista com enfase em Ayurveda para a próxima semana.

Leia mais sobre o programa abaixo.

Informações e agendamentos no Beleza Zen.

Namastê!

Alexandra Pizzo


PROCURE A NUTRIÇÃO AYURVÉDICA:
Mais do que cálculos nutricionais, tão importantes, porém não unicamente necessários para o completo entendimento do Indivíduo, mais do que tabelas generalistas que nem sempre traduzem a realidade do que é ser único, mais do que fundamentais macro e micro nutrientes, tão trabalhados na nutrição ocidental e que, não completamente, esboçam a relação da saúde com a sua principal fonte de energia e reabastecimento - os alimentos. Mais do que tudo isso, o tratamento nutricional ayurvédico vem ampliar os benefícios da nutrição tradicional pois preocupa-se com a individualidade de cada ser e é pronta para despertar o instinto de observador e curador interno, levando-o a escolher de maneira natural o que é bom e a buscar um estilo de vida que lhe é próprio.
A Ayurveda, a Ciência da Vida Longa, em especial no contexto da Nutrição Ayurvédica, traz clareza e conhecimento complementares para o que realmente acredito ser o caminho para a saúde e bem–estar integral do indivíduo. Dessa forma, não menos importantes que o conhecimento destes nutrientes nos alimentos, os seis sabores presentes neles, como o doce, ácido, salgado, picante, amargo e o adstringente, juntamente com a capacidade digestiva de cada organismo, o Agni, determinarão o que realmente será aproveitado pelo corpo ao fim do processo digestivo.
Então porque a boa digestão é tão importante?
A eficiência da digestão em quebrar o alimento e absorver os nutrientes determina a qualidade de sua imunidade e da eficiente habilidade de regenerar os tecidos de forma saudável e normal. Se a digestão for fraca ou mesmo forte demais, o organismo não receberá a nutrição suficiente e o corpo se tornará enfraquecido com uma imunidade danificada. Quando o alimento permanece parcialmente digerido no processo da digestão ele se tornará toxina. A Ayurveda descreve esta toxina como um material oriundo do alimento não digerido, sendo tóxico, grosso e pegajoso chamado “Ama”. Ama se mistura com o sangue e a linfa, circula pelo corpo e deposita-se em áreas deficientes ou de fraca imunidade. Se estes depósitos continuarem a receber toxinas, podem causar bloqueios e propiciar doenças nessa área. Por exemplo, quando as toxinas se depositam nas articulações podem produzir artrites, quando localizadas nos pulmões produzem congestão, muco e asma. Manter uma digestão adequada é tão importante quanto comer alimentos frescos e saudáveis, porque mesmo uma dieta saudável pode produzir toxinas se permanecer não digerida no estômago e intestinos.
Experimente a Nutrição Ayurvédica planejada especialmente para você e encontre mais prazer e saúde como você precisa e seu biotipo requer!!!
Inspire-se, encoraje-se e encontre com o seu oriente!!!


Nutricionista Juliana de Borba Percegona– CRN8 1156
Especialista em Nutrição Clínica, Terapêuta Ayurvédica e Mestre Reiki
Atendimento:Beleza Zen
www.acompanheaju.blogspot.com
julianapercegona@yahoo.com.br
Curitiba- PR - Brasil
Você sabia que os sabores dos alimentos não são somente para favorecer o paladar, mas eficientes articuladores na terapêutica médica/nutricional na Ayurveda?
Você sabia que muitas especiarias podem determinar ou aprimorar a relação de nutrição das células junto com a eficácia de seus princípios ativos?
Você sabia que a qualidade da sua digestão está diretamente relacionada com a ausência ou presença de doenças como intolerâncias alimentares, cânceres, distúrbios pulmonares, transtornos digestivos, deficiências imunológicas, entre outras?

domingo, 20 de setembro de 2009

Anatomia Emocional

Um fim de semana com Regina Favre nunca é um evento qualquer. Estamos nos últimos meses do Seminário Vivenciado de Anatomia Emocional. Um processo formativo que leva 18 meses de maturação. Sim, duas gestações completas. E para o espanto de muitos que acreditam que seja tempo demais para investir em um curso, é o mínimo de tempo necessário para dar passagem a vida.

Nunca ouviu esses conceitos? Ficou curioso? Pesquise mais no link abaixo.

"A transmissão formativa se constitui num evento em si mesmo. É a experiência corporificada de uma bem tramada produção em camadas de corpos e ligações, conhecimento formativo somático e conceitual, linhas narrativas, gravar e ver vídeos, exercícios de formulação do pensamento na linguagem formativa, posturações de si mesmo, a experiência do método Kelemaniano de corpar, desenhar somagramas, produção de mapas conceituais, conversas sobre história social, política, biologia, modos de subjetivação, auto-narrativa somática, descrições de diferentes pessoas funcionando em suas vidas e seus mundos."

Esses Seminários são realizados no Interação, em Araçatuba. Local de gente feliz coordenado por minha querida amiga Vivi Tuppy.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Pathwork - O que é?

Pathwork é uma disciplina espiritual contemporânea que visa o auto-conhecimento, ensina a auto responsabilidade e busca a transformação pessoal em todos os níveis de consciência. Seu objetivo é nos alinhar com nossa Essência Divina, como meio de acessar o poder, a sabedoria e o amor que são nossa real natureza.
O material do Pathwork, representado por palestras sistematizadas por Eva Pierrakos, ao longo de mais de 20 anos, tem um forte conteúdo psicológico; não mantém nenhum vínculo com qualquer seita ou religião.
Pathwork – Trabalho que se desenvolve nos Estados Unidos, na Europa e há mais de dez anos está no Brasil – representa uma poderosa disciplina para alcançar a essência humana. Esse trabalho não é apenas teoria e filosofia, mas um processo vivo e dinâmico que capacita qualquer pessoa que esteja seriamente disposta a explorar o eu mais profundo, centrando-se no processo evolucionário do indivíduo e em seus bloqueios. Se as pessoas persistirem nesse trabalho, serão capazes de abrir uma nova consciência no interior de si mesmas, e de ajudar os outros a seguirem a mesma direção.
O caminho exige honestidade com o eu; exposição do que é agora; eliminação das máscaras e fingimentos; admitir sem disfarces a própria vulnerabilidade. e ao mesmo tempo é a única maneira real, e o caminho que conduz à paz e à totalidade genuínas.
E uma vez que se desiste do esforço para fingir e se esconder, essa tarefa passa a ser um processo orgânico e natural.
O trabalho do Pathwork indica o caminho para aqueles que anseiam por um relacionamento mais verdadeiro consigo próprio e com a vida. Através do estudo e vivência das palestras que propiciam um profundo conhecimento de si mesmo, podemos dissolver velhas crenças, condicionamentos e imagens errôneas. Neste processo a energia, até então aprisionada, torna-se novamente disponível para uma expressão vital mais positiva

Citações
“ Pathwork é o trabalho espiritual mais profundo e eficiente que encontrei e tem me ajudado a realizar os meus sonhos. É um caminho de verdade, prático, que transformará sua vida.”Barbara Brennan, autora de “Mãos de Luz”. Ed. Cultrix
A Dimensão Espiritual e o Pathwork segundo o psiquiatra John Pierrakos
“Ao trabalhar com as palestras do Pathwork, percebi que esses novos métodos podem ser transmitidos a outros terapeutas – psiquiatras, psicólogos e todos os que ajudam outros seres humanos. O trabalho incorpora, mas transcende, a psicoterapia e abre possibilidade de descobrir os mais altos potenciais de cada ser humano, e não apenas “curar neuroses” ou ajudar as pessoas a resolverem seus problemas.”

É um caminho de luz, embora não seja leve. Que maravilhoso presente para o mundo!”Pat Rodegast, autora de “O livro de Emmanuel”
http://www.pathworksp.com.br/
PALESTRA DE APRESENTAÇÃO
DIA 23/9/2009 às 20 HORAS
LOCAL: BELEZA ZEN - BIRIGUI
Pedimos a gentileza de confirmar a presença pelo  msn/email: belezazen@uol.com.br

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Curso de Meditação - Modulo I

Minha busca por uma "mente pacificada e um coração apaziguado" começou muito cedo, quando eu ainda era uma pré-adolescente de 11 anos. Naquela época já praticava o Tai chi chuan e através dele conseguia uma paz interior que meus hormônios na época não permitiam naturalmente. E durante essas práticas percebia as mudanças no meu comportamento e me interessei por metodologias que ampliasse essa experiência no dia a dia.
Bem, meus leitores queridos, ao longo de todos esses anos, de tentativas e persistências e desistências, confesso a vocês que não é tarefa fácil. Estou caminhando sempre, mas minhas expectativas sempre me derrubam, pois como aprendi com minha querida amiga e mestre Vivi, neste maravilhoso percurso, expectativas não se aplicam a esse estado que quero encontrar.
Por esse motivo que mais uma vez iremos promover o Curso de Práticas Meditativas para iniciantes. Para você que esta buscando metodologias, experiências e muito conhecimento. Em grupo a meditação toma forma e o entusiasmo dos companheiros nos ajudam nessa jornada... interior, misteriosa, mas poderosa, curadora e revigorante.


Esse texto que segue é a descrição maravilhosa dessas etapas que temos que percorrer para controlar essas vozes que habitam nossa mente. Aqueles que ja fizeram os modulos I e II deste curso entenderão perfeitamente essa experiência. Aos aspirantes, deixo para ampliar a curiosidade e motivação!

Caminho da meditação estabilizadora
(Kalu Rinpoche, in “Luminous mind: the way of the Buddha”. Compilado p/ Denis Töndrup,trad. p/ Maria Montenegro, prefácio de S.S. o Dalai Lama.Boston:Wisdom,1997. pág. 157-158).




Os nove estágios do caminho da meditação estabilizadora
(desenho tibetano)

Esta ilustração é a reprodução de um desenho tibetano que representa nove cenas, os nove estágios do caminho da meditação estabilizadora ou shamatha.

Há dois personagens: o homem - o meditador, o observador - e o elefante, que representa sua mente. Para desenvolver shamatha, a mente usa duas ferramentas: a atenção e a lembrança . A afiada machadinha representa a acuidade da atenção vigilante; a corda com um gancho é a lembrança da prática . Já que muitas distrações interrompem seu estado alerta, vigilante, o meditador deve retornar a ele através de constantes lembranças. A vigilância é a acuidade na base da meditação e a lembrança assegura sua continuidade. O estado de shamatha tem dois obstáculos principais: o primeiro é a agitação ou dispersão criada pela fixação sobre pensamentos e emoções passageiros; o segundo é o torpor ou preguiça, a estagnação mental . O torpor é representado pela cor preta do elefante e a agitação pelo macaco. O fogo que diminui ao longo do caminho representa a energia da meditação. Conforme avançamos, a prática requer menos e menos esforço.

As seis curvas ou voltas no caminho marcam seis platôs, masterizados sucessivamente pelas seis forças da prática, que são: ouvir as instruções, assimilá-las, lembrá-las, vigilância, perseverança e hábito perfeito . Ao lado da estrada há diferentes objetos: um katha, algumas frutas, uma concha cheia de água perfumada, pequenos címbalos e um espelho, representando os objetos dos sentidos; objetos tangíveis, sabores, odores, sons e formas visuais, que distraem o meditador, que se desvia do caminho do shamatha ao segui-los.

[1] Na base da ilustração, no primeiro estágio, há uma distância consideravelmente grande entre o meditador e sua mente. O elefante da mente é guiado pelo macaco - a agitação. O grande fogo mostra que a meditação requer bastante energia. Os obstáculos são os piores possíveis; tudo está preto.

[2] No segundo estágio, o meditador chega mais próximo do elefante, por causa de sua atenção. O macaco — a agitação — ainda conduz a mente, mas o ritmo diminui. A estagnação e a agitação diminuem; algum branco infiltra-se no preto do elefante e do macaco.

[3] No terceiro estágio, o meditador não mais caça a sua mente; agora eles estão face a face. O macaco ainda está à frente, mas não conduz mais o elefante. O contato entre o meditador e a mente é estabelecido pela corda da lembrança. Ocorre uma forma sutil de estagnação, representada por um pequeno coelho. A escuridão da estagnação e da agitação diminui.

[4] No quarto estágio, o progresso torna-se mais claro e o meditador chega ainda mais perto do elefante. A alvura do macaco, do elefante e do coelho aumenta. A cena torna-se mais clara.

[5] No quinto estágio, a situação torna-se invertida. O meditador conduz o elefante da mente com a atenção e lembrança contínuas. O macaco não conduz mais, porém o coelho ainda está lá. A cena fica ainda mais clara. Em uma árvore próxima, um macaco branco pega uma fruta. Isto representa a atividade da mente ao se engajar em ações positivas. Apesar dessas ações normalmente precisarem ser cultivadas, ainda há distrações no contexto da prática do shamatha; é por isso que ela é preta e está fora do caminho.

[6] No sexto estágio, o progresso é mais definitivo. O meditador conduz e a lembrança é constante; ele não tem mais que colocar sua atenção sobre a mente. O coelho se foi e a situação torna-se cada vez mais clara.

[7] No sétimo estágio, a cena torna-se muito pacífica. A caminhada não mais requer direção. A cena torna-se quase completamente transparente. Alguns sinais de preto indicam pontos de dificuldade.

[8] No oitavo estágio, o elefante anda domado pelo meditador. Não há virtualmente mais nenhum preto e a chama do esforço desapareceu. A meditação torna-se natural e contínua.

[9] No nono estágio, a mente e o meditador estão, ambos, completamente em descanso. Eles são como velhos amigos acostumados a estar juntos calmamente. Os obstáculos desaparecem e a meditação estabilizadora é perfeita.
As cenas seguintes, nascidas do raio de luz que emana do coração do meditador, representam a evolução da prática no coração deste estágio de shamatha. A realização do shamatha é caracterizada pela experiência de alegria e radiância, ilustrada pelo meditador voando ou cavalgando sobre as costas do elefante. A última cena refere-se às práticas combinadas de shamatha e vipashyana. A direção é revertida. A mente e a meditação estão unidas; o meditador senta-se escarranchado sobre o elefante. O fogo revela uma nova energia, a da sabedoria, representada pela espada flamejante da sabedoria transcendente, que corta os dois raios negros das aflições mentais e da dualidade.